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Taylor Hawkins: baterista dos Foo Fighters usou opiáceos, canábis e antidepressivos antes de morrer – Showbiz



Investigadores colombianos informaram este sábado que vestígios de canábis, opiáceos e antidepressivos foram encontrados no corpo do baterista dos Foo Fighters, Taylor Hawkins, que morreu na noite de sexta-feira num lodge de Bogotá.

“No exame toxicológico de urina feito a Taylor Hawkins, foram encontrados preliminarmente 10 tipos de substâncias, entre elas THC (canábis), antidepressivos tricíclicos, benzodiazepínicos e opiáceos”, informaram os investigadores em comunicado, sem esclarecer se essas substâncias provocaram a morte do músico, de 50 anos.

O baterista morreu na sexta-feira à noite em Bogotá, onde a banda de rock alternativo norte-americana ia atuar no pageant Estéreo Picnic, anunciou o grupo.

“A família Foo Fighters está devastada pelo trágico e prematuro desaparecimento do nosso querido Taylor Hawkins. O seu espírito musical e risos contagiantes viverão para sempre connosco”, escreveu a banda, na rede social Twitter.

“Os nossos corações estão com a mulher, filhos e família”, acrescentou a banda, pedindo que a privacidade da família fosse respeitada.

De acordo com meios de comunicação social locais, o músico, que integrou a banda em 1997, foi encontrado morto no quarto do lodge onde a banda está hospedada em Bogotá.

O grupo period um dos destaques do pageant, com atuação marcada para sexta-feira à noite, tendo a morte de Hawkins sido anunciada uma hora antes de subirem ao palco.

O baterista cresceu em Laguna Beach, na Califórnia, onde começou a estudar música.

Hawkins ganhou reconhecimento inicial como baterista de Alanis Morissette na digressão de apresentação do álbum “Jagged Little Pill”.

Em 1997, depois do baterista unique dos Foo Fighters ter deixado a banda, Hawkins junta-se ao grupo, onde ficou até hoje.

Para além do trabalho com os Foo Fighters, Taylor Hawkins teve várias outras colaborações com bandas e músicos ao longo dos anos e lançou também discos a solo depois de 2006.

Em 2001, o músico teve uma overdose de heroína e esteve em coma por duas semanas mas acabou por recuperar daquilo que disse na altura ter-se tratado de “um acidente”.

O músico period casado e tinha três filhos.



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