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De “Belfast” a “O Poder do Cão”: dez candidatos para um Óscar de Melhor Filme – Atualidade


Num ano que viu a reabertura das salas de cinema com alguns sucessos de bilheteira e um maior número de filmes de qualidade lançados nas plataformas de streaming, 10 produções concorrem ao Óscar de Melhor Filme.

A lista apresentada aos membros da Academia para votação inclui um ‘western’ sombrio, um drama japonês e uma obra épica de ficção científica.

Estes são os filmes que concorrem ao prémio máximo em Hollywood neste domingo.

“West Side Story”

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A decisão de Steven Spielberg de trabalhar numa nova versão do musical mais premiado de todos os tempos gerou polémica. Mesmo depois de “West Side Story” recebeu críticas favoráveis, alguns questionaram o esforço.

Spielberg manteve a atmosfera da Nova Iorque dos anos 1950 em que se passa a história authentic, que aborda uma história de amor num cenário de gangues rivais, mas também questões de representação, incluindo um elenco diversificado e extensos diálogos em castelhano.

A atuação de Ariana DeBose como Anita ganhou reconhecimento para concorrer à estatueta de Atriz Secundária e, embora não pareça perto de ganhar o maior prémio da noite, Spielberg é tão reverenciado em Hollywood que nada pode ser descartado.

“Belfast”

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O mais curto e mais pessoal da lista, o semiautobiográfico “Belfast”, de Kenneth Branagh, estabeleceu-se como um forte candidato na disputa pelo Óscar.

O filme mostra a explosão da violência na década de 1960 na sua terra natal, a Irlanda do Norte, de uma perspetiva diferente: a de um miúdo de nove anos.

Buddy (Jude Hill) luta para entender os eventos que mudam a sua vida numa rua de um bairro acquainted da classe trabalhadora, mas ele tem certeza de uma coisa: não quer abandonar o único lar que conhece.

“Belfast” ganhou vários prémios nesta temporada, mas pode ter perdido parte do seu impulso inicial e ficar apenas pelo prémio para o Argumento Original.

“CODA – No Ritmo do Coração”

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Outro olhar íntimo e acquainted, “CODA – No Ritmo do Coração” centra-se na adolescente Ruby (Emilia Jones), a única na sua família que não é surda. Os Rossis vivem numa pequena comunidade de pescadores em Massachusetts, EUA.

O filme, cujo elenco tem atores surdos e desenvolve boa parte dos diálogos na língua gestual, é considerado um marco de inclusão. Mas também toca em temas emocionais, como a luta da família para apoiar Ruby, dividida entre sair de casa para seguir o sonho de ser cantora e ajudar os pais a comunicar com o mundo exterior.

A versão do filme francês “A Família Bélier” (2014) tornou-se uma das favoritas ao Óscar de Melhor Filme ao vencer o prémio de elenco nos prémios da associação de atores americanos, um dos principais termómetros para os prémios da Academia, reforçando as hipóteses com o prémio máximo da associação de produtores na 19 de março.

Troy Kotsur é o favorito para o Óscar de Melhor Ator Secundário.

“Drive My Car”

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Com duas horas e 59 minutos, o drama japonês “Drive My Car” é o filme nomedo mais longo. A produção é uma meditação lenta e subtil sobre o luto e a perda, adaptada de um conto do escritor Haruki Murakami.

Dois anos após o sucesso de “Parasitas” da Coreia do Sul ter provado que as legendas não são mais um obstáculo, “Drive My Car” foi aplaudido pelos cinéfilos e ganhou dezenas de prémios da crítica.

Com mais hipóteses de vencer como Melhor Filme Internacional, ganhar a principal estatueta seria a surpresa da noite.

“Dune – Duna”

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“Dune – Duna”, o épico de ficção científica de Denis Villeneuve, arrecadou 400 milhões nas bilheteiras, quase o dobro dos 220 milhões que renderam os outros nove nomeados juntos.

Uma adaptação da primeira parte do romance de Frank Herbert, que imagina famílias nobres num planeta atormentado por vermes gigantes, a produção ganhou popularidade entre a crítica especializada e uma sequela foi confirmada.

Mas o seu sucesso nesta temporada limitou-se a categorias técnicas como Efeitos Visuais, Som e Fotografia. Assim, a noite pode terminar sem o Óscar de Melhor Filme, mas ser o mais premiado com estatuetas.

“Nightmare Alley – Beco das Almas Perdidas”

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“Nightmare Alley – Beco das Almas Perdidas” é uma fábula circense macabra sobre um manipulador que tenta enganar clientes ricos.

O filme ‘noir’ do mexicano Guillermo del Toro, que cativa o público com o seu fascinante design de produção, dificilmente repetirá as conquistas de “A Forma da Água”, com o qual ganhou o prémio máximo de Hollywood.

“O Poder do Cão”

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Desde a sua pródiga estreia mundial no Festival de Cinema de Veneza em setembro, o ‘western’ de Jane Campion “O Poder do Cão” tornou-se um favorito.

O filme, uma adaptação do romance de Thomas Savage sobre masculinidade tóxica no Oeste americano na década de 1920, lidera a disputa dos Óscares com mais nomeações (12) e venceu quase todos os prémios da temporada de Hollywood até ser ultrapassado por “CODA” na cerimónia da associação de produtores.

Reunindo a visão distinta de Campion, um elenco de estrelas liderado por Benedict Cumberbatch, uma trama psicológica sombria e uma fotografia impressionante graças aos locais da Nova Zelândia onde foi filmado, o filme preenche várias características tradicionais que a categoria de Melhor Filme exige.

Mas o seu ritmo lento, que afastou alguns membros da Academia, e um sistema de votação que favorece filmes universalmente apreciados, provocam dúvidas sobre a sua capacidade de ganhar o prémio principal da noite.

“Licorice Pizza”

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Situado no subúrbio de Los Angeles dos anos 1970, onde o seu realizador Paul Thomas Anderson cresceu, “Licorice Pizza” é um filme nostálgico que apresenta um relacionamento improvável entre uma mulher de mais de 20 anos e um adolescente ousado e confiante.

Em “Licorice Pizza”, composto por uma série de momentos que captam o espírito da época, Anderson cativou o público e recebeu ótimas críticas, mas até os seus fãs admitem que não é a melhor obra da sua filmografia.

“Não Olhem para Cima”

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A comédia satírica “Não Olhem para Cima” tem mais estrelas no seu elenco do que qualquer outro nomeado na 94.ª edição dos Óscares.

Leonardo DiCaprio, Meryl Streep, Jennifer Lawrence, Timothée Chalamet e Ariana Grande são algumas das figuras que enfrentam o fim do mundo à medida que um enorme cometa se aproxima da Terra, numa alegoria deliberada à crise climática.

“Não Olhem para Cima” é um dos filmes originais mais vistos na história da plataforma Netflix, mas o seu tom político dividiu o público e a crítica.

“King Richard: Para Além do Jogo”

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Combinando a incrível história das irmãs Venus e Serena Williams com o talento da tremendous estrela Will Smith, “King Richard: Para Além do Jogo” é uma produção inspiradora que conectou com o público e recebeu críticas fortes.

Smith interpreta o ambicioso pai de duas futuras potências do ténis neste relato de dinâmica acquainted que consegue evitar muitos dos clichés vistos em filmes desportivos e biográficos.

Smith é o favorito para o prémio de Melhor Ator.



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