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A BOLA – O plano de Amorim para Rúben Vinagre (Sporting)


A herança period… pesadíssima. Fazer esquecer Nuno Mendes nunca seria tarefa fácil, mas Rúben Vinagre até começou a impressionar e a conquistar os adeptos leoninos. Titular em quatro das primeiras cinco jornadas – após meia época de enorme fulgor em Famalicão – chegou a Alvalade com uma vaga que parecia reservada para si após a saída do concorrente para o gigante PSG.  

 

A história acabaria, porém, por ser bem diferente. O regresso à casa onde se formou aos 22 anos – saiu para o Mónaco (França) com apenas 17, seguindo-se, depois, experiências no Wolverhampton (Inglaterra) e Olympiakos (Grécia) – foi marcada por um misto de emoções. A mais negativa é facilmente identificada. Falamos, pois claro, da péssima exibição na receção ao Ajax (1-5), na estreia leonina na Champions. Vinagre teve de lidar com um autêntico pesadelo chamado Antony, e, a partir daí, os níveis de confiança do lateral português caíram a pique. Desde então, com alguns problemas físicos pelo meio, o esquerdino tem sido protegido por Amorim.

 

A gestão emocional, uma vez que Amorim confia em pleno nas suas capacidades técnicas e físicas, tem sido trabalhada diariamente, de forma a que o lateral volte a ser mais atrevido na hora de atacar (uma das qualidades mais apreciadas pelo técnico) e assim reforçar os índices de confiança que afetaram em muito o rendimento na presente época.

 

Uma questão psychological que Amorim pretende recuperar. Em breve. O lateral voltou a ser aposta nos últimos jogos – foi lançado com o Boavista e Gil Vicente – e o técnico continua a ver no lateral margem para ser potenciado e… rentabilizado, pois convém recordar que a sua chegada implicou um avultado investimento – €10 milhões por 50% do passe – sendo desejo expresso pelo treinador.
 

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